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Cursos gratuitos ofertados pela Administração de Brasília para síndicos, porteiros, zelador e primeiros socorros com inscrições abertas para 2015

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Aulas são ministradas por professores renomados de entidades parceiras e abordam temas como legislação de condomínios, engenharia, eventos, sustentabilidade e noções de contabilidade. INSCRIÇÃO PORTEIROS INSCRIÇÃO SÍNDICOS INSCRIÇÃO PRIMEIROS SOCORROS INSCRIÇÃO ZELADORES Com o objetivo de apoiar o trabalho de lideranças comunitárias, o Governo do Distrito Federal, por meio da Escola de Gestão Comunitária, um espaço voltado para a promoção de cursos e palestras para zeladores, porteiros, síndicos, prefeitos de quadras e membros de associações de moradores.  A escola oferece cursos gratuitos é está com as inscrições abertas para os cursos de: formação em primeiros socorros, de formação para síndicos, de formação para porteiros e de formação para zeladores. As inscrições para os cursos de primeiros socorros, síndicos, porteiros, zeladores e de eventos, já podem ser feitas á partir de hoje, na Assessoria de Planejamento e Ordenamento T...

Nova equipe econômica de Dilma indica arrocho fiscal no segundo mandato

Ao optar por Joaquim Levy na Fazenda, definir Nelson Barbosa no Planejamento e manter Alexandre Tombini no BC, a presidente sinaliza que pretende arrumar as contas públicas para resgatar a confiança e tentar tirar a economia do atoleiro A presidente Dilma Rousseff cedeu aos apelos do mercado e admitiu ontem que precisa mudar urgentemente a política econômica para evitar um segundo mandato desastroso. Depois de muito relutar, escolheu Joaquim Levy, hoje diretor da Bradesco Asset, para suceder Guido Mantega no Ministério da Fazenda. Levy tem um pensamento econômico totalmente oposto ao que prevaleceu nos últimos quatro anos e que levou o país à recessão e a conviver com inflação no teto da meta, de 6,5%. Como era de esperar, Dilma decidiu criar um contraponto à linha ortodoxa de Levy, comparada à de Armínio Fraga, que seria o ministro da Fazenda caso Aécio Neves fosse o vencedor nas últimas eleições. Ela chamou Nelson Barbosa para o Ministério do Planejamento. O economista foi s...

Cudiardo ao Animais de estimação é proibido proibir

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A lei não permite proibir a existência de animais nos condomínios. No entanto, aqueles que possuem os seus bichinhos de estimação devem ter responsabilidade e bom senso para não ultrapassar limites dos outros condôminos ou desrespeitar o regulamento interno. Eles são fofos. Às vezes, verdadeiros companheiros. No entanto, não são todos que compartilham desse sentimento e gostam de animais de estimação. E quando se trata da convivência dos pets nos condomínios, o assunto gera muita polêmica. Talvez, o que algumas pessoas ainda não saibam é que não é permitido proibir a permanência ou existência de animais domésticos, especialmente cães e gatos, nos condomínios. As convenções condominiais que ainda fazem esse tipo de proibição devem ser atualizadas, pois vão de encontro com dispositivos jurídicos legais. O advogado Bruno Amar Botelho, do escritório Schneider Advogados Associados, afirma que não há, e nunca houve, uma lei que proibisse a existência de animais nos condomínios. ...

Calendário de 2015 terá pelo menos 10 feriadões

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Comércio reclama de prejuízos; turismo aproveita para faturar Se neste segundo semestre de 2014 a maior parte dos feriados nacionais caiu em finais de semana, em 2015 o cenário será bem diferente, para a alegria dos trabalhadores e tristeza de parte do mercado. Quase todos os feriados nacionais cairão em segundas ou sextas-feiras. Outros, em terças ou quintas, quando acabam sendo "imprensados" e incluídos no feriado os dias que ficam entre a data de paralisação e o final de semana. Confira abaixo o calendário de feriadões de 2015 (considerando apenas datas nacionais): O comércio é o que sai mais prejudicado dessa história. Só no Rio de Janeiro, por exemplo, a estimativa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) estima que o prejuízo é de R$ 370 milhões, por feriado de meio de semana. Já o setor de turismo não tem do que reclamar. 

Condomínio Seguro

Cuidados básicos com equipamentos e funcionários podem, sim, fazer a diferença Sempre que ocorre novo assalto em condomínios, transparecem falhas que já deveriam estar superadas, como cercas elétricas desligadas ou câmaras de circuito interno de TV sem as gravações. Quando a falha não é técnica, é humana: porteiros que abrem o que deveria estar fechado ou que saem de suas guaritas quando deveriam vigiar pelo insulfilme aqueles que chegam alegando os mais variados propósitos. Há uma semi-guerrilha urbana conspirando contra a segurança dos condôminos. Os disfarces são muitos. Já houve caso de mulher grávida que passou mal na frente do prédio e o porteiro foi acudir. Era assalto. Já houve bandido que conseguiu entrar no condomínio escondido no porta-mala do automóvel do morador ou dirigindo o carro clonado do morador. Não dá para citar todos o casos da rica gramática do assalto a essas comunidades. Imaginação e armas não faltam para os assaltantes.

Acessibilidade: Dever social, legal e moral

Leis e normas federais, além das municipais, dão aos responsáveis pelas edificações (de construtoras a condomínios) um amplo quadro referencial de intervenções e equipamentos indispensáveis à mobilidade e circulação dos portadores de necessidades especiais e idosos. Falta cumpri-las. O quadro é um tanto confuso . A chamada Lei da Acessibilidade, referente ao Decreto Federal 5.296/2004, determina, em seu artigo 18, que “a construção de edificações de uso privado multifamiliar e a construção, ampliação ou reforma de edificações de uso coletivo devem atender aos preceitos da acessibilidade na interligação de todas as partes de uso comum ou abertas ao público, conforme os padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT”. No caso, trata-se da NBR 9050/2004, da Associação Brasileira de Normas Técnicas.  O mesmo artigo inclui, em parágrafo único, que devem ser acessíveis as “piscinas, andares de recreação, salão de festas e reuniões, saunas e banheiros, quadras esportivas, ...

Vivendo em paz em um condomínio

Conhecer e colocar em prática as regras e ferramentas para soluções de problemas são princípios básicos Primeiramente, quanto à origem da palavra Condomínio, vale dizer que ela deriva do Latim e significa propriedade comum, pertencente a diversas pessoas. Tal significado, de imediato, nos remete a noção da existência de direitos e deveres de uma coletividade, quanto à conservação e manutenção de determinado bem que lhes é comum. Além disso, há que se considerar a necessidade de primar pela liberdade e o bem-estar daqueles que decidem viver em um condomínio. Muito embora a ideia inicial de condomínio nos pareça a mais ideal e adequada; o que se vê, na prática, são desentendimentos que, muitas vezes, acabam ultrapassando os limites do condomínio, cegando aos tribunais.